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sábado, 13 de março de 2010

É... fim.


De tantas vezes que falei
E nunca me escutastes
Tanto que alertei
E nunca prestastes a devida atenção

O tanto que doei
Vivi
Amei
E nunca houve a bendita e tão querida
Atenção

O tanto que eu pedi
Chorei
E mostrei quanto faltava
E mostrei que não tinha mais
O que tinha antes

Mas é a vida.
Por incompatibilidade de "concepções"
O que era belo teve fim
O engraçado é que a incompatibilidade
Nunca foi um problema
Que trouxesse o fim
Ao belo, que eu tanto amava.

Que triste, que pena
Eu tanto queria voltar a ser feliz!
Nunca mal te quis!
E nunca entendestes
Que era simplesmente
Amar.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Um recado.


Ainda que olhares e atitudes
Palavras distorcidas e diretas expressões
Falem por meu cansado coração
Nada disperta o atenção que deveria ser
Não mais que natural.


O normal que ainda insiste em se chamar de normal
Porque o normal aqui, é bizarro.
O normal bizarro, o estranho que consome
Os sentimentos mais belos, e mais puros...


Alerta! Atenção!

O coração que foi conquistado está se transformando
E matando o que se viveu até então.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Tristezinha desTa manhã...


"Um belo dia e ela acorda
Animada com a vida, ainda que seja dura
Procurando dividir o pouco que tem
Com quem ela ama, com o que ela ama
Mas, quem nota?
Nem o sol que se levanta...

Que frustração para a pobre moça!
Que falta de atenção para com um singelo sorriso
Doado, verdadeiro, amigo!

Ao perceber o descaso, ela se incomoda
Para, pensa: "Felicidade para viver sozinha, antes que assim fosse!"
Ainda que seu coração apenas se ressinta
De ser porto para tantos
Mas não ser alegria para ninguém
Nem quando sua pouca felicidade
Nasce linda e radiante como aquele mesmo sol da manhã
Que fez se por o sorriso de menina
No rosto da mulher."

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Começa 2010!



Número REDONDO. Mas será que não pode ser QUADRADO?

Nem sei porque, mas aquele sentimento de "cansaço"anda invadindo minha mente de novo, e agora toma conta do meu corpo e do resto do meu ser. O único que continua inquieto e sempre vivo é meu espírito... Esse eu acredito que nunca vai parar de querer seguir em frente.

E voltando a canseira, nem vontade de escrever tanto tenho. Escrevo para colocar a fora o que fica dentro, mas que não pode ficar. Faz mal, faz mal pra pele, faz mal pro coração e para a convivência com os demais. Consequentemente faz mal para nossa limitada inteligência e também para a bendita sensatez. Por falar nesta, ando de saco cheio dela, mas ela me persegue. Parece que nasceu encravada em mim.

O jeito é continuar aproveitando um pouco o mundo que os "outros"acham que é de sonhos. Meu mundo é tão real quanto um notíciario na TV. O que passamos aqui são consequências. Sempre.
E o que fazemos são causas, sempre.

Vou tentando fazer com que minha mente governe meu coração, de uma maneira como nunca tentei antes. Ele que de tempos pra cá comanda minhas decisões, vai ficar de lado por uns tempos. Fazer uso da razão vai ser meu principal meio de sobrevivência ao "redondismo"desse ano que se inicia.

E, não prestem tanta atenção a esse post. Quem comanda agora é o fastio, e ele nunca foi bom conselheiro muito menos animador de ninguém... As grandes besteiras do mundo que o digam!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Sou filha de Yansã!


Yansã é o Orixá que rege a lei maior , ela é a lei atuando no sentido de redirecionar os seres que se desequilibram.

Ela é o vendaval, que desaba e a ventania que faz tudo balançar.
As filhas de Yansã são de natureza direcionadora e movimentadora. Emotivas e se não se impõem, revoltam-se e abandonam quem não se submete a elas, e logo estão estabelecendo novas ligações... onde se imporão.
Como o yin/yang, todos temos o pólo positivo e o negativo, então: As filhas de Yansã, no negativo, são apaixonadas, bravas, emotivas, de pavio curto, falantes, briguentas,intolerantes, não perdoam quem as magoa e são explosivas.

Já no positivo, são envolventes, risonhas, alegres, amorosas, possessivas com os seus, amigas e companheiras leais, mulheres atiradas que tomam iniciativas ousadas, expeditas, ágeis no pensar e no falar,objetivas, lutadoras e líderes natas.
Apreciam festas, pessoas falantes e alegres, ambientes alegres e multicoloridos, viagens a passeio, homens envolventes e trabalhos agitados.
Detestam homens introvertidos, reuniões monótonas, amizades egoístas, ambientes conservadores, trabalhos ou deveres monótonos, comidas pesadas, roupas sóbrias, a "prisão" da vida doméstica, a repetição das mesmas coisas no dia-a-dia.
São de estatura média e de compleição física curvilínea bem delineada, tendendo para o sensualismo.
As filhas de Yansã são muito apegadas ás suas moradas e apreciam ficar com suas amigas íntimas, com as quais se dão muito bem e se apegam com facilidade.São muito seletivas e só se apaixonam de fato se o homem for muito envolvente. Do contrário, assim como os atrai os dispensa com uma rapidez impressionante.
Na astrologia as filhas de Yansã são regidas pelo sol. Na numerologia seu número é o treze.Na fé é a novidade que a renova na mente e no coração dos seres.
Na vida é a busca de melhores condições de vida para os seres. Na criação divina, è a busca de adaptação do ser no meio onde vive.

Eparrei minha mãe Yansã!





Fonte:Gênese divina de umbanda sagrada - Rubens Saraceni.

sábado, 26 de setembro de 2009

Desabafo. A vida é um eterno desabafo.


Gostaria de entender os porquês dessa vida, especialmente, os meus porquês.

Acredito que todos viemos à esse mundo com uma missão implicíta, que cabe a cada um encontrar a melhor maneira de descobri-la, apesar de essa descoberta ser repleta de caminhos e voltas que trazem alegrias, regojizos, mas também trazem tristezas e dores.

"Se era essa minha missão, porque tinha que ser tão difícil? E se é difícil, cadê a força para lutar? Cadê a ajuda?!"

Deus me perdoe, mas esses questionamentos não deixam de passar por entre minha mente, que anda certa e confusa a respeito desses acontecimentos presentes, a respeito das atitudes tomadas e das escolhas que já foram feitas, e das que ainda TENHO que fazer.

A única coisa que não deveria acontecer é criarmos laços com as ditas 'missões' que temos a cumprir. A dor aumenta quando elas são difíceis, e fazem com que pensemos em desistir, principalmente naquelas situações onde as escolhas não dependem só de nós mesmos.

Deus me segure, me guie e me ilumine. Guie meus passos e minhas atitudes. Porque se era pra ser assim, assim está sendo e vou completar essa tarefa com todo o coração, ainda que meu egoísmo peça que eu mude, que eu me entregue e a deixe de lado; ainda que machuque, que me faça mal e que me faça desacreditar no sentimento mais belo do mundo, ao menos para mim.

Eu cheguei em boa hora, mas não em hora boa pra mim. Eu sei que meu apego, minha dedicação e minhas horas intermináveis de Amor Incondicional prestado vão servir de alguma coisa no futuro, ainda que no presente toda essa conjuntura pareça ser 'paranóia', 'insistência', 'falta de apoio e de confiança'...

Eu sinto, quase que como uma certeza, que um dia, em um mísero detalhe eu estarei certa e que algo que eu disse ou fiz pode mudar uma situação, ou até uma vida pra melhor. E essa vida não é minha, mas considero parte de mim, uma parte essencial, uma parte vital. E nesse dia, eu vou olhar pro céu, agradecer a Deus, e saber que eu fiz a coisa certa.

E desde já agradeço, independente de sentir uma imensa dor no peito, e de saber que perderei uma das mais importantes histórias que eu pude e poderia ter vivido. Se não vai pelo bem, infelizmente, minha parte foi feita e agora a vida fará a dela.

"Deus sabe o que faz." ELE sabe, e como sabe... Por isso entrego tudo, TUDO em Suas Mãos.

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domingo, 6 de setembro de 2009

Antigas sem Data [Continuação]

Sempre encontro uma poesia ou algum texto perdido entre cadernos e papéis guardados dentro de gavetas, armários. Às vezes nem eu acredito que tanto já escrevi; nem se quer lembro quando e nem por qual motivo.
Minhas dores e minhas alegrias sempre me motivam, sempre me inspiram. Essa semana, depois de tamanhos acontecimentos de forte caráter pessoal e sentimental, encontrei um caderno que me serviu de alento, e de arrependimento, e de nem sei o quê. Algumas coisas escritas pareciam premonições, como se eu já soubesse tudo que eu iria viver e tivesse expresso minha vida através das palavras, dos poemas, poesias e canções.
Decidi compartilhar com quem quer que seja, com quem quer que leia, todas essas palavras que me despem, que me mostram pura e complexamente. "Já escrevo sem entender", assim pensava antes e continuo a pensar.

Segue o primeiro dos Antigos sem Data, que retrata bem o momento de agora. "Cala-te boca!"

É por acreditar que sigo
Ainda que eu mesma me diga, repetidas vezes,
Que é mentira, que não sinto
E que Nada do que quero
Está ao alcançe da Realidade.

Por lutar contra meus sonhos
Sofro, choro e me escondo
Atrás da máscara da tranquiliade
Encenando uma serena personalidade
Que fervilha, borbulha por dentro.

No ponto alto dos meus sentimentos
A insana voz do Amor grita
E por [má] sorte da [perversa] Razão
É sufocada pela mordaça do traumático
Anti-romântico e frustrado medo.

Aquela voz me disse, "Acredite!"
E seus ecos me guiam nas noites
Nas quais mais me sinto perdida
Olhando pro nada e pensando no tudo
Buscando ainda calar a crença
Que move meu Coração.


Se alguém entender... Me sentirei menos sozinha, rs.